Contabilidade para Associações Culturais

 

Já abriram as inscrições para a formação “Contabilidade para Associações Culturais”


A Substrato – Associação Cultural e de Progresso Social abriu as inscrições para a ação-formação “Contabilidade para Associações Culturais”, a realizar presencialmente, durante os quatro sábados do próximo mês de outubro, na Fundação Dionísio Pinheiro, em Águeda. A iniciativa será conduzida pelo especialista e professor universitário Gilberto Fernandes. As inscrições são exclusivas para associações culturais da Região Centro e pessoas singulares que desenvolvam atividades artísticas com coletividades da mesma zona, tendo um custo de 35 euros.

Ao todo, a formação terá 14 horas, divididas por quatro sessões. Pretende-se abordar questões e fundamentos teóricos da gestão contabilística, bem como do enquadramento fiscal, que fazem parte da gestão quotidiana das coletividades culturais. Em todas as sessões haverá esclarecimento de dúvidas, para que os participantes possam usufruir do conhecimento que melhor os ajude.

Luís Grilo, presidente da Direção da Substrato, explicou que “à medida que a Substrato foi desenvolvendo a sua atividade com parceiros de todo o país, apercebemo-nos das dificuldades que existem com a fiscalidade e contabilidade”. Acrescenta que “foi com naturalidade que se foi gizando uma atividade como esta e que, agora, o apoio da CCRD Centro permitiu concretizar este projeto, que acreditamos ser bastante benéfico para a cultura da Região Centro e suas comunidades”. A formação vai “capacitar dirigentes, gestores e agentes culturais, com conhecimentos práticos em contabilidade, orçamentação e fiscalidade, esclarecendo as obrigações fiscais de pessoa coletiva, regras de IVA e IRC, taxas, isenções e regimes especiais”. O dirigente aguedense acredita que esta é também uma forma de “promover a sustentabilidade financeira das associações, ao mesmo tempo que mune o tecido associativo de ferramentas para a elaboração de relatórios e prestações de contas, reforçando a transparência e, consequentemente, a confiança da comunidade nas associações, graças a uma gestão ética e documentada.

Por fim, Luís Grilo salienta que “o encontro entre várias associações é sempre benéfico, pois alimenta e aumenta a rede de cooperação entre coletividades culturais, abrindo a porta para a troca de experiências, para o aparecimento de novos projetos e encorajando a colaboração como forma de ultrapassar obstáculos comuns às associações culturais da região”.

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